segunda-feira, julho 10, 2006

Horta Osório no Abbey

O CEO do Santander Totta em Portugal Horta Osório foi nomeado CEO do Abbey National Bank.

Entretanto, Nuno Amado, actual vice-Presidente do Santander Totta, irá assumir a Presidência.

De realçar a manutenção de um gestor Português no cargo de CEO do Santander, mas acima de tudo destacar o feito atingido por Horta Osório, por certo com todo o mérito.

sexta-feira, julho 07, 2006

The Million Euro Question


Que gráfico é este?

PT em PPT na UA

Zorrinho vem mostrar o powerpoint "plano tecnológico" à Universidade de Aveiro. Ou será o plano tecnológico em powerpoint? Bem, powerpoint há com certeza...

Numa sala perto de si...


O Plano Tecnológico: Um Instrumento para a
Competitividade de Portugal
"O Plano Tecnológico: Um Instrumento para a Competitividade de Portugal"

Professor Doutor Carlos Zorrinho

Coordenador do Plano Tecnológico

Local: Anfiteatro do Departamento de Engenharia Mecânica
Data: 21 de Julho de 2006 - 16h30
Contacto:
posgrad@egi.ua.pt

BCE

Parece que o BCE decidiu manter as taxas de juro de referência inalteradas nos 2.75%.

Apesar disso, Euro ganha terreno sobre o Dolar, sinal claro que a política de aumento da taxa de juro do BCE irá continuar.

A Flexibilidade necessária

«Fiscais da MoveAveiro vão vigiar parcómetros»

in JN 2006-07-07

O Plano Tecnológico é um PowerPoint!

"O Plano Tecnológico não existe. Não vale a pena. Pela ideia tenho todo o apreço mas o plano tecnológico não existe. É um powerpoint"

Augusto Mateus
(ex-Ministro de Guterres)

[ver notícia]

quinta-feira, julho 06, 2006

Nova crise se avizinha...

A crise dos misseis na Coreia do Norte já está a ter repercussões em todos nós, isto é, no preço do petróleo, que já se aproximou do seu nível máximo, cifrando-se em $74.16.

É bom que a comunidade internacional se una para evitar mais uma crise, e é aqui que o Governo Chinês terá um papel fundamental, tanto como influenciador do Governo coreano, mas como intermediário no médio oriente. Só que intermediário no Médio Oriente significa poder e influência, tudo o que os EUA não querem perder nessa região...

Vous avez eu de la chance...encore une fois...

terça-feira, julho 04, 2006

Obra feita

CM Aveiro penhorada por dívida de alimentação escolar

O Peter Crouch no seu melhor

http://futebolez.blogs.sapo.pt/57499.html

E eis que o "FMI" atinge as autarquias portuguesas

O Jornal de Negócios anunciou ontem que em caso de as dívidas a fornecedores de uma autarquia superarem os 50% das receitas geradas, o Estado poderia declarar a "falência técnica" e impor algumas medidas para rectificar a situação.

O JN hoje concretiza um pouco melhor as intenções do Governo nesta matéria.

Assim, as autarquias poderão suscitar uma "injecção de capital através de endividamento", ficando sujeitas a diversas imposições, definidas consoante cada caso particular:

- redução do investimento;
- melhor afectação de verbas;
- optimização dos RH;
- recurso a outsourcing.

Tudo isto, num plano rigoroso em termos de datas e cadernos de encargos.

Ora, nada disto surpreende. Até porque seriam as medidas que qualquer gestor privado tomaria. E é precisamente essa a grande questão. Não está em causa a correcção das medidas, está em causa porque é que nunca foram postas em práticas pelos proprios autarcas. É claramente um problema de incentivos.

A melhor afectação de verbas e optimização dos RH são medidas obvias de boa gestão. Incompreensível como é possível ter que ser decretadas pelo Governo. O outsourcing, pode ser apenas uma forma de desafogar as contas, tirando custos de pessoal, mas pode também ser uma boa medida, se for económicamente mais compensatória que a contratação (provavelmente é). O menor investimento é obviamente uma medida necessária neste contexto, mas não necessariamente ideal. O investimento é outro ponto importante de qualquer autarquia, provavelmente a fonte de todos os problemas, soluções e eleições. Portanto estas medidas vão funcionar como uma espécie de FMI no tempo do Dr. Soares (para resolver problemas semelhantes..?). Resta saber se os economistas deste FMI darão tão boa conta do recado como os seus antecessores.

Como dizia, este é claramente um problema de incentivos. O gestor privado tem que maximizar a riqueza do proprietário (mesmo neste caso, há problemas, chamados agency problems). O gestor publico, nomeadamente o autarca tem que optimizar o bem-estar do concelho, usando os recursos ao seu dispor. Ora aqui está uma fonte de problemas. Normalmente, o autarca maximiza o investimento ate ser investigado, punido, controlado centralmente ou reeleito, isto sem ter em conta a sustentabilidade das contas. O problema reside no investimento. Se for feito com vista a satisfação momentânea do eleitor, em vespera de eleições, provavelmente o investimento só quer dizer dívida no longo prazo, e esta, impostos. Apenas se deve compromenter o futuro em termos financeiros se o investimento for claramente proveitoso também no futuro, isto é, se o investimento de hoje tiver repercussões tais no futuro que as proximas gerações também dele beneficiem. É uma regra de ouro de qualquer gestão, não pode haver discrepâncias nos horizontes temporais dos investimentos face aos recursos. Não se contrai divida a 20 anos para um projecto cujos beneficios se esgotam ao fim de 5...

Mas alguma parte da responsabilidade deve recair também nos eleitores que premeiam os actos de gestão com a perspectiva eleitoralista, porque acabam por funcionar como o grande incentivo e o fim da propria gestão. Talvez falte ainda alguma cultura civica para que quem não gere convenientemente as contas das autarquias seja punido em eleições mais amiudadamente em vez de se ouvir tantas vezes falar em intervenções estatais para resolver problemas financeiros gravíssimos. Mas compreende-se a atitude dos eleitores, já tem a sua vida tão difícil...

Gerir uma autarquia não é so governar para os eleitores, mas governar para todos os munícipes, incluíndo os já falecidos, mas fundamentalmente, os que estão ainda por nascer! Se há uma noção de bem publico, então que seja compreendida nesta perspectiva de desenvolvimento sustentado, e não em meros actos de constante campanha eleitoral.

Aveiro Jovem Criador 2006


As normas do Concurso podem ser consultadas na Casa Municipal da Juventude (de 2ª a 6ª feira das 9h30 às 18h00), na página web da Câmara Municipal de Aveiro em www.cm-aveiro.pt (Agenda Jovem), ou solicitadas para o email cmjuventude@cm-aveiro.pt

A entrega dos trabalhos, nas quatro áreas - Pintura, Escrita (Conto), Fotografia, Arte Digital - decorrerá entre os dias 01 de Setembro e 10 de Novembro de 2006.

AM (II)

Parece que a obra da pista de remo do Rio Novo do Principe já foi adjudicada, tendo a CMA conseguido garantir desde ja 30%+16% do financiamento.

Por outro lado, a situação financeira da EMA foi discutida, sendo consensual que é muito grave. Para breve a aprovação e apresentação dos resultados de 2005.

AM (I)

Presidente da Assembleia Municipal de Aveiro crítica este post do Assessor de Imprensa da CMAveiro.

Ouro de Portugal

O Banco de Portugal alienou cerca de 15 toneladas de ouro nos ultimos meses, segundo foi anunciado.

Num cenário de moeda única, não faz de facto muito sentido a reserva de valor, ainda para mais sabendo-se que mesmo depois das vendas inusitadas pos-25 de Abril, o Banco de Portugal detinha ainda uma reserva de ouro considerável.

Ainda assim, não consigo deixar de pensar que estamos a penhorar o que ainda há de valioso...

segunda-feira, julho 03, 2006

No ar...

Na última AM, a Presidente da Junta de Esgueira em relação a subsídios de educação especial, insinuava que haveria "à custa das crianças muitos gabinetes" a enriquecerem, tal como o Diario de Aveiro hoje informa.

Μύλος...Σαντορίνη...

Está quase...!

domingo, julho 02, 2006

Os franceses bem queriam... mas vão ter que levar com os tugas!

Primeiro...







...depois...










...e agora...










Simply brilliant! Smashing! Awesome! Massive!

Novo MNE

Um político mediocre e um diplomata de alto nível deixou o MNE alegando motivos de doença.

Desde já os votos para que a condição física do Prof. Doutor Freitas do Amaral melhore rapidamente. Sinceramente. Sem hipocrisias.

Mas os votos também para que este político sem coerencia, sem pátria, sem brilho e sem palavra não volte ao palco político. Fundador de um partido de Cristão, Centro-Direita, acaba por apoiar um partido Social Democrata (muito pouco de Centro-Direita e que acaba por eventualmente formar Governo curiosamente com o Partido que havia fundado mas decidira não apoiar) e por último apoia um partido socialista (pouco de esquerda). Ou seja, a posição que tomou foi sempre a zona cinzenta de ninguém e de todos. Curiosamente, sempre aquela que mais probabilidades tinha de vencer...

Resta o mérito de ter sido Presidente da Assembleia das Nações Unidas, empurrado por Guterres. E ficam também as posições "estranhas" pró-Irão e as posições incoerentes tomadas no Parlamento e a destempo nos jornais.

Como já disse, votos de boa saúde.