domingo, outubro 14, 2007
Mistérios da Religião ( I )
O novo edifício do Santuário de Fátima custou à Igreja Católica para cima de 80 Milhões de Euros. Sendo um privado, tem todo o direito e liberdade de o fazer. Mas ninguém se interroga se não será um gesto de escandalosa opulência, ainda mais para os princípios morais que advoga e que por tantos são seguidos ?
sábado, outubro 13, 2007
quinta-feira, outubro 11, 2007
A propósito do OE 2008
Maior receita e mesma despesa = menor defice. Correcto.
Mas maior receita e mesma despesa = maior Estado. Também correcto. Infelizmente
Mas maior receita e mesma despesa = maior Estado. Também correcto. Infelizmente
O edge espanhol
O Boom económico espanhol é um caso de crescimento impressionante. As grandes empresas espanholas conseguiram afirmar-se na economia global, tornando-se elas próprias globais, atraves de aquisições.
Contudo, a UE vem agora ameaçar cobrar às empresas espanholas aquilo que pode ser considerado uma vantagem competitiva irregular, via legislação fiscal do Estado espanhol.
Ou seja, inteligentemente (ao contrario de Portugal, para variar), Espanha encetou uma politica fiscal que favorecia imenso a expansão das suas empresas, via prolongamento do prazo de amortização do goodwill até 10 anos, entre outros descontos fiscais.
Este goodwill, que resulta da diferença entre valor contabilistico (ou de avaliação de activos em balanço) e valor de compra, tem que ser inscrito em balanço e pode de facto tornar a carga fiscal muito elevada após a aquisição. O Estado espanhol ao facilitar fiscalmente esta amortização, permitiu a empresas sediadas em Espanha competir no mercado global e adquirir grandes grupos. Como por exemplo a Telefonica a adquirir a O2 britânica e o Santander a aquirir o Abbey.
A questão é de facto interessante, porque para todos os efeitos a política fiscal é a única que permaneceu na esfera de cada Estado-Membro, contudo o seu uso na prática não passa de um subsídio de Estado Espanhol a estas empresas. Um caso a ser seguido com interesse, onde agora a decisão está do lado da UE...
Contudo, a UE vem agora ameaçar cobrar às empresas espanholas aquilo que pode ser considerado uma vantagem competitiva irregular, via legislação fiscal do Estado espanhol.
Ou seja, inteligentemente (ao contrario de Portugal, para variar), Espanha encetou uma politica fiscal que favorecia imenso a expansão das suas empresas, via prolongamento do prazo de amortização do goodwill até 10 anos, entre outros descontos fiscais.
Este goodwill, que resulta da diferença entre valor contabilistico (ou de avaliação de activos em balanço) e valor de compra, tem que ser inscrito em balanço e pode de facto tornar a carga fiscal muito elevada após a aquisição. O Estado espanhol ao facilitar fiscalmente esta amortização, permitiu a empresas sediadas em Espanha competir no mercado global e adquirir grandes grupos. Como por exemplo a Telefonica a adquirir a O2 britânica e o Santander a aquirir o Abbey.
A questão é de facto interessante, porque para todos os efeitos a política fiscal é a única que permaneceu na esfera de cada Estado-Membro, contudo o seu uso na prática não passa de um subsídio de Estado Espanhol a estas empresas. Um caso a ser seguido com interesse, onde agora a decisão está do lado da UE...
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O genocídio turco
Em 1915 1.500.000 de arménios foram mortos pelo Império Otomano. Facto histórico, talvez desconhecido por muitos.
A Turquia (que à altura ainda não havia sido criada) nega este facto. Mais, todos os turcos negarão categóricamente este facto, e quando confrontados sentem-no como uma questão de honra. Eu próprio já tive oportunidade de o comprovar pessoalmente.
A questão porém, vai muito mais longe que a negação do facto histórico. O senado americano quer passar uma declaração em como este genocídio de facto existiu.
A Europa em favor da relação com a Turquia, nem quer falar do assunto. Nem de como Constantinopla passou a Istambul. Ou de como a Turquia invadiu inadvertidamente parte da ilha de Chipre. E continua a não aceitar a restante parte da ilha como Estado independente. Nem de como a Turquia faz atropelos à democracia e aos direitos humanos. Ou de como a religião muçulmana interfere na legislação.
E para agravar toda a esta situação, para além de já ter declarado a deterioração da relação com os EUA pela declaração do senado americano, a Turquia pretende ainda na proxima semana aprovar uma acção militar no norte do Iraque contra os curdos.
Depois disto, restão grandes dúvidas sobre a adesão da Turquia à UE ??
A Turquia (que à altura ainda não havia sido criada) nega este facto. Mais, todos os turcos negarão categóricamente este facto, e quando confrontados sentem-no como uma questão de honra. Eu próprio já tive oportunidade de o comprovar pessoalmente.
A questão porém, vai muito mais longe que a negação do facto histórico. O senado americano quer passar uma declaração em como este genocídio de facto existiu.
A Europa em favor da relação com a Turquia, nem quer falar do assunto. Nem de como Constantinopla passou a Istambul. Ou de como a Turquia invadiu inadvertidamente parte da ilha de Chipre. E continua a não aceitar a restante parte da ilha como Estado independente. Nem de como a Turquia faz atropelos à democracia e aos direitos humanos. Ou de como a religião muçulmana interfere na legislação.
E para agravar toda a esta situação, para além de já ter declarado a deterioração da relação com os EUA pela declaração do senado americano, a Turquia pretende ainda na proxima semana aprovar uma acção militar no norte do Iraque contra os curdos.
Depois disto, restão grandes dúvidas sobre a adesão da Turquia à UE ??
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quarta-feira, outubro 10, 2007
Depois de tanta celeuma...
...parece que todos ficaram satisfeitos com o acordo Beira-Mar / EMA / CMA... incluíndo a oposição...
E as críticas lançadas ao Vereador Caetano Alves não passavam de calúnias politicamente oportunistas.
E as críticas lançadas ao Vereador Caetano Alves não passavam de calúnias politicamente oportunistas.
Cesar e Jardim juntos !
Finalmente tudo ficou mais claro. Os territórios insulares pretendem duas coisas: mais dinheiro e mais independência do Estado.
Ora, qualquer adolescente sabe que só com mais do primeiro consegue a segunda. O problema é que o adolescente precisa conquistar a independencia auferindo dinheiro. As regiões autónomas pretendem pura e simplesmente que o Estado contribua e ao mesmo tempo providencie mais independencia. Neste caso, independencia, terá que começar pela financeira... Nada deveria afligir mais o contribuinte médio portugues que ver os senhores presidentes das regiões autónomas inaugurar obra atras de obra, cada uma mais inoportuna e inutil que a antecendente...
Ora, qualquer adolescente sabe que só com mais do primeiro consegue a segunda. O problema é que o adolescente precisa conquistar a independencia auferindo dinheiro. As regiões autónomas pretendem pura e simplesmente que o Estado contribua e ao mesmo tempo providencie mais independencia. Neste caso, independencia, terá que começar pela financeira... Nada deveria afligir mais o contribuinte médio portugues que ver os senhores presidentes das regiões autónomas inaugurar obra atras de obra, cada uma mais inoportuna e inutil que a antecendente...
E eu que pensava que a MoveAveiro era má...
... a Carris é ainda pior.
Não se compreende os atrasos em transportes públicos, muito menos em numa suposta capital europeia.
Sem mobilidade interna não ha mobilidade do facto trabalho que resista...
E claro, só quando houver ou liberalização ou privatização total dos serviços de transportes a incompetência pode acabar... Porque o mercado é implacável com a incompetência, ao contrário do Estado...
Não se compreende os atrasos em transportes públicos, muito menos em numa suposta capital europeia.
Sem mobilidade interna não ha mobilidade do facto trabalho que resista...
E claro, só quando houver ou liberalização ou privatização total dos serviços de transportes a incompetência pode acabar... Porque o mercado é implacável com a incompetência, ao contrário do Estado...
segunda-feira, outubro 08, 2007
Flexigurança discutida na UA
A questão da flexigurança foi discutida hoje no Departamento de Economia (DEGEI) da Universidade de Aveiro.
Apesar de algo fora de contexto actual, nunca são demais tais discussões, embora pense que a cultura do portuguesismo impede a funcionamento de um regime que incide na produtividade e vontade de trabalhar das pessoas.
Mais, a questão deverá ser muito mais a pesada carga fiscal (e seu desequilíbrio), com a discussão de taxas planas (flat taxes) e de abolição de descontos e benefícios fiscais. Além do mais, a flexigurança baseia-se em muito na mobilidade física, que em Portugal é inexistente.
Apesar de algo fora de contexto actual, nunca são demais tais discussões, embora pense que a cultura do portuguesismo impede a funcionamento de um regime que incide na produtividade e vontade de trabalhar das pessoas.
Mais, a questão deverá ser muito mais a pesada carga fiscal (e seu desequilíbrio), com a discussão de taxas planas (flat taxes) e de abolição de descontos e benefícios fiscais. Além do mais, a flexigurança baseia-se em muito na mobilidade física, que em Portugal é inexistente.
ABN comprado por consorcio
Foi concluído o bid do consórcio liderado pelo Royal Bank of Scotland (RBS), e constituído também pelo Santander e Fortes, sobre o banco holandês ABN Amro.
Num negócio que já havia começado na compra pelo Bank of America do LaSalle, o takeover surge como dos maiores de sempre, nada mais nada menos que 121 bilioes (milhar de milhoes) de euros.
Num negócio que já havia começado na compra pelo Bank of America do LaSalle, o takeover surge como dos maiores de sempre, nada mais nada menos que 121 bilioes (milhar de milhoes) de euros.
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Economia Internacional
domingo, outubro 07, 2007
Fascismo nunca mais !

Os sindicatos de professores que não são partidos e que não são os professores, embora seja constituido por professores, e que são dirigidos por sindicalistas que Socrates descobriu serem todos comunistas, acusaram o Governo socialista de fascista. Confuso?
factos:
- Os sindicatos não têm que ser comunistas, nem tão pouco de esquerda, embora em Portugal sejam todos comunistas.
- O Governo não é fascista, nem tão pouco neo-liberal (gosto pouco da ligação fascismo a neo-liberalismo).
- Sócrates tem que ouvir as manifestações e apupos, por mais ridiculas, incompreensíveis e inoportunas.
- O Governo é tudo menos perfeito.
- O PCP vive noutro planeta, com o relógio atrasado uns 30 anos.
Putin, o agente eterno

Depois do acabada a discussão em torno da possibilidade do cargo de Presidente da Federação Russa poder vir a ser prolongada ou poder ter maior numero de mandatos, Vladimir Putin já encontrou a solução para continuar a ser o líder absoluto da Russia: concorrer ao cargo de Primeiro-Ministro e conferir mais poderes desde já a essa posição.
A Democracia no seu esplendor, claramente.
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Política Internacional
Subprime também atinge Brown

O PM britânico Gordon Brown recuou nas intenções de convocar eleições antecipadas no UK. Depois de ver o seu Partido Trabalhista perder 10 pontos nas sondagens com a consequente subida dos Tories, Brown parece agora já não querer ir a votos, numa subita mudança de planos que a oposição e naturalmente os eleitores estranham. Até porque a justificação é no minimo fraca: ter um plano para o UK.
Desta forma, Brown so poderá ser sufragado daqui a dois anos, que é precisamente o tempo que tem para justificar esta sua decisão como um não apego ao poder.
Não indiferente a esta decisão deve estar também a crise financeira mundial, é que o comportamento do Banco de Inglaterra (BoE) não foi especialmente feliz. O governador Mervyn King do BoE numa primeira instancia fez saber ao mercado que não ia facilitar a vida aos bancos ingleses que cairam na teia do subprime norte-americano não injectando liquidez, para depois num acto de desespero espotelado pela Northern Rock, resolve garantir todos os depósitos. Já para ainda não esquecer que o BoE ao não garantir a confidencialidade do acesso aos emprestimos de liquidez do banco central permitiu toda a crise do Northern Rock, para além de cobrar a todos os bancos ingleses uma penalty rate, não praticada em tal dimensão pelo ECB, ao qual por todos estes motivos recorrem os bancos ingleses. Esta inconsistencia do BoE deverá marcar o futuro de Mervyn King. E como consequencia provavelmente também o de Brown...
sexta-feira, outubro 05, 2007
Que vereador da oposição!
E que medidas advoga o PS para estancar o défice? [O Aveiro]
"O PS já respondeu a isso diversas vezes pela voz do presidente da concelhia na Assembleia Municipal e não vou ser eu, neste momento, a reiterar o que o partido referiu. (...)"
[Vereador Nuno Marques Pereira]
Excerto de entrevista publicada n'O Aveiro. Ver completa aqui.
É sempre agradável perceber que nem o proprio vereador socialista faz a minima ideia de quais as soluções apresentadas pelo PS para resolver o problema que ele próprio [o PS] criou no passado não muito distante.
"O PS já respondeu a isso diversas vezes pela voz do presidente da concelhia na Assembleia Municipal e não vou ser eu, neste momento, a reiterar o que o partido referiu. (...)"
[Vereador Nuno Marques Pereira]
Excerto de entrevista publicada n'O Aveiro. Ver completa aqui.
É sempre agradável perceber que nem o proprio vereador socialista faz a minima ideia de quais as soluções apresentadas pelo PS para resolver o problema que ele próprio [o PS] criou no passado não muito distante.
Desemprego em Portugal supera Espanha
Há mais de 20 anos que tal não sucedia. Portugal conseguiu sob a égide do Governo socialista um feito histórico: superar o nível de desemprego espanhol, considerado como estruturalmente dos mais elevados da Europa, mesmo depois do boom economico que desempenho a economia espanhola nesta última década (deixando a anos-luz a portuguesa).
O Governo Português parece responder com tranquilidade, querendo esperar pelo fim da legislatura para ser avaliado quanto à promessa de criação massiva de emprego.
É claro que já todos sabemos o que vai sair daqui: mais gastos públicos para dar empregos não criados pela economia real, mais orçamento para alimentar a bolha da construção e calar os sindicatos que não sabem defender realmente o futuro de todos os trabalhadores (empregados ou não).
Ou seja, na pratica o contribuinte que não está desempregado paga com os seus impostos não só o subsídio de desemprego para os que procuram e para os que não querem procurar emprego (porque preferem o subsídio) e vão também pagar outro subsídio de desemprego (ou subsídio de integração, se o grosso dos empregos criados forem ocupados por imigrantes, como é de esperar) via obras públicas. Será mesmo este tipo de economia ao empurrão do Estado ineficiente que queremos?
O Governo Português parece responder com tranquilidade, querendo esperar pelo fim da legislatura para ser avaliado quanto à promessa de criação massiva de emprego.
É claro que já todos sabemos o que vai sair daqui: mais gastos públicos para dar empregos não criados pela economia real, mais orçamento para alimentar a bolha da construção e calar os sindicatos que não sabem defender realmente o futuro de todos os trabalhadores (empregados ou não).
Ou seja, na pratica o contribuinte que não está desempregado paga com os seus impostos não só o subsídio de desemprego para os que procuram e para os que não querem procurar emprego (porque preferem o subsídio) e vão também pagar outro subsídio de desemprego (ou subsídio de integração, se o grosso dos empregos criados forem ocupados por imigrantes, como é de esperar) via obras públicas. Será mesmo este tipo de economia ao empurrão do Estado ineficiente que queremos?
Alan Greenspan em Lisboa
Para divulgar o seu novo livro, Alan Greenspan esteve esta semana em Lisboa, almoçando com o topo dos gestores e banqueiros portugueses.
Uma reforma de luxo do ex-presidente da FED - que supervisionou durante 20 anos -, já que cobra para cima de 100 mil euros por cada conferência, para além de ser consultor de várias empresas globais.
Uma reforma de luxo do ex-presidente da FED - que supervisionou durante 20 anos -, já que cobra para cima de 100 mil euros por cada conferência, para além de ser consultor de várias empresas globais.
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Economia Internacional
O altruismo de Soares
A Galp fechou esta semana um acordo com a Venezuela para exploração de petroleo naquela república socialista. Não obstante todas as restrições à liberdade existentes na Venezuela, assim como o autoritarismo de Chavez, com que o Ocidente revela uma inquietante complacência (pergunto-me se em vez de admiração a Fidel, Chavez admirasse Pinochet esta reacção ocidencial seria semelhante), o mercado entendeu como um bom negócio.
Mais, tendo em conta que muitas multinacionais sairam da Venezuela após golpes (noutras circunstancias semelhantes há quem lhe chame "assalto" ou "roubo") a empresas, nacionalizando-as ou obrigando-as a sair, a Galp decidiu investir na Venezuela. Tendo em conta estas saídas, parece bom negócio. Tendo em conta o risco de completa nacionalização da economia venezuelana...talvez não.
De qualquer forma, este negócio contou com o alto patrocínio do ex-Presidente, ex-Primeiro-Ministro e ex-candidato a Presidente da República Portuguesa Mário Soares, que se recusou a ser chamado de "intermediário" porque afirma não ter sido remunerdo por tal desempenho.
Puro altruísmo, Dr Soares!
Mais, tendo em conta que muitas multinacionais sairam da Venezuela após golpes (noutras circunstancias semelhantes há quem lhe chame "assalto" ou "roubo") a empresas, nacionalizando-as ou obrigando-as a sair, a Galp decidiu investir na Venezuela. Tendo em conta estas saídas, parece bom negócio. Tendo em conta o risco de completa nacionalização da economia venezuelana...talvez não.
De qualquer forma, este negócio contou com o alto patrocínio do ex-Presidente, ex-Primeiro-Ministro e ex-candidato a Presidente da República Portuguesa Mário Soares, que se recusou a ser chamado de "intermediário" porque afirma não ter sido remunerdo por tal desempenho.
Puro altruísmo, Dr Soares!
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segunda-feira, outubro 01, 2007
...e Aveiro?
Findas as eleições no PSD, impõe-se a questão: que ganhou Aveiro com o apoio de Elio Maia a Marques Mendes ? E, já agora, que perdeu ?
Valeu mesmo a pena ?
Valeu mesmo a pena ?
Quem vai comer os M&Ms agora ?

Mendes foi engolido numa noite de vendavel pelas bases. E agora os glutões - leia-se barões - já afiam os dentes. Manuela Ferreira Leite veio esclarecer que votou Mendes - que grande ajuda e convicção ! - e agora como fica Menezes ? Será o PSD suficientemente sedento de poder para se reunir sob um líder com sotaque nortenho sem dimensão nacional ainda conquistada ? Nenhuma das hipoteses parece ser boa...
"É uma desgraça!"

Afinal já não é bem isso que foi dito, mas pareceu...
Em que é que ficamos Dr Soares? Talvez na reforma política...
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